13/01/2023 às 10h35min - Atualizada em 13/01/2023 às 10h35min

Uma das obras mais esperadas do TO, nova ponte de Porto deve ser entregue só em 2024

Divulgação

Com apenas 40% da obra concluída, a data de entrega da ponte de Porto Nacional, na TO 255, foi prorrogada por mais um ano. A obra deveria ser finalizada em maio deste ano e, com a prorrogação, isso deve acontecer somente em julho de 2024.

A obra foi contratada pelo governo do estado em 2015, mas começou em setembro de 2019. A princípio, o contrato o previa custo de R$ 101,3 milhões. Agora, esse valor já passa de 150 milhões.

Enquanto a obra não é concluída, veículos leves e pedestres podem passar pela estrutura antiga, que é um dos acessos entre Porto Nacional e BR-153, passando pela TO-070. Veículos pesados só atravessam de balsa, já que a ponte não foi considerada segura para este tipo de tráfego.
Passados mais de três anos desde a construção começou, a população já percebeu o atraso e reclama da situação.

Explicação

De acordo com Cristina Dutra, superintendente da Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura (Ageto), a construtora responsável pela obra apresentou um novo cronograma com a nova data de entrega, que deve ocorrer em julho do próximo ano.

A próxima fase que deve ser executada é a instalação de vigas da ponte, que necessitou de um desvio na obra para reduzir impactos na estrutura antiga. “Optou- se por construir um desvio que está sendo executado hoje para que o lançamento das vigas na ponte nova não prejudique o tráfego atual na ponte velha”, explicou a superintendente.

A nova ponte terá quase 1.500 metros de extensão. Pouco mais de um quilômetro será apenas de armação de concreto.

A obra pronta será um benefício pra comunidade, mas a demora incomoda. “Para os caminhões demora mais, né. O tanto de caminhão que fica ali parado. É muito ruim para a cidade”, reclamou o pintor Edizio Cardoso da Silva.

Sobre a demora na travessia, a empresa Pipes informou que duas balsas estão em operação em Porto Nacional e que o tempo de travessia é feito dentro do limite da balsa. Já quanto aos valores cobrados, disse que desde 2017 não há reajuste e que o valor é autorizado pela agência reguladora. Disse ainda que segue as orientações da agência nacional de transportes aquaviários e que prezam pela segurança dos passageiros e funcionários.

Fonte – G1 Tocantins e TV Anhanguera


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